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Quarta-feira, Julho 02, 2008
Enviado às
15:59
por Maria João Carvalho
Escândalo na Justiça Portuguesa: um padrasto provoca surdez, cegueira e tretraplegia no enteado de dois anos e é condenado a uma pena de prisão de sete; a mãe tem direito a pena suspensa.
E a advogada da energúmena ainda teve a lata de afirmar que a cliente devia ter sido absolvida e que não sabia se ia recorrer...
O escândalo é tanto maior quanto continuada foi a tortura do bebé, que sofria violências diárias e chorava. Quando os vizinhos questionavam a razão de tanto choro a mãe alegava que o bebé era "chorão".
Acho que o Procurador da República deve ser responsabilizado pelo estado da Justiça em Portugal. Mas quem sou eu? Uma cidadã qualquer chocada com o estado da nação... apenas uma ENTRE MILHÕES, senhores governantes. Os portugueses começam a estar fartos de tanta amoralidade!
Em Espanha, um caso idêntico, o caso Aron, mas a criança, também de dois anos, acabou por morrer à fome:a mãe, como tinha a atenuante de sofrer de graves problemas psiquiátricos "só" foi condenada a 17 anos de prisão efectiva; o pai foi condenado a 21 anos.
Os nossos legisladores e magistrados deviam fazer uns estágios no país vizinho...
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Terça-feira, Junho 24, 2008
Enviado às
14:47
por Maria João Carvalho
Porque vais assim
com uma núvem
pela mão?
E eu a ver-te
irmão
a ir assim
sem mim
mão na mão
Onde, núvem
te objectivas
como um raio
mais doce que repentino
onde vais
e onde levas
o meu menino?
Onde, berço
me embalaste
de onde me trouxeste
e onde me exilaste?
Onde, Céu
forjaste o meu destino?
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Segunda-feira, Junho 23, 2008
Enviado às
18:53
por Maria João Carvalho
A propósito da Conferência de Doadores em Viena, a EuroNews destacou a situação de Nahr el Bared. Eis a minha pequenina contribuição:
Em Maio de 2007, quase um ano depois do conflito entre Israel e o Hezbollah, o exército libanês entrou no campo de refugiados palestinianos Nahr el Bared, no norte. Alegadamente, combatia um movimento dependente da Al Qaeda, o Fatah al Islam, que se refugiou entre os civis.
Depois de 15 semanas, o exército tinha conseguido capturar ou matar a maioria dos radicais islâmicos (mais de 20 escaparam), ocupara o campo, parcialmente destruido, mas os 30 mil palestinianos tinham sido obrigados a fugir.
Apanhados no meio do fogo cruzado dos combates, optaram por abandonar a terra que, quatro gerações, ocuparam desde 1949. Alguns conseguiram entrar na sociedade libanesa que, até então, os excluiu. Pelo seu lado, muitos libaneses nunca tinham visto um palestinano até ao momento da destruição de Nahr el Bared.
Os proprietários das casas menos afectadas puderam regressar mas os outros não.
Encontraram refúgio no campo vizinho de Beddawi. Há campos de refugiados de norte a sul no Líbano, desde o grande exílio de 1949. Neles, vivem 400 mil palestinianos, metade dos quais em situação de pobreza.
No princípio, a solidariedade funcionou e os refugiados de Nahr el Bared foram calorosamente acolhidos. Mas a situação e as condições sanitárias degradaram-se, e as relações ficaram tensas. Muitas das 1848 famílias de Nahr el Bared ficaram a viver nas escolas, o que afectou a escolarização das crianças de Bedadawi. A situação tornou-se intolerável para ambas as partes.
Iman Dawood, mãe de família, deseja muito a reconstrução do campo e que, ao menos, lhe dêem um quarto para viver com a família. Porque este modo de vida é insuportável, afirma. Quer juntar-se a todos os outros de Nahr el Bared.
Regressar à origem e reconstruir a vida já precária de antes, é o sonho de todos. Mesmo sem usufruir dos mesmos direitos do que os libaneses...
Ibrahim Abd Ghannam, chefe de família, lamenta pertencer à segunda geração destes "sem abrigo" (a seguir a Nabkah, em 1948). Espera, como os outros, que os doadores compreendam a situação humanitária e ajudem a reconstruir o campo para voltarem, dentro do possível, à normalidade.
O pior é que a marginalização dos palestinianos na sociedade libanesa facilita a acção de grupos como o Fatah al islam, que provocam, ainda, mais fragilidade.
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Quinta-feira, Junho 19, 2008
Enviado às
19:00
por Maria João Carvalho
May Chidiac, a vedeta da televisão libanesa, do canal LBC, sobreviveu à justa a um atentado com uma viatura armadilhada, em Setembro de 2005. Valerie Gauriat entrevistou-a para o programa Sawa (juntos) da EuroNews.´Eu já conhecia a história e li bastante sobre ela.
Cristã maronita conhecida pelas posições anti-sírias, a conhecida jornalista, a quem chamam Borboleta, ficou sem uma perna e uma mão.
Apesar das ameaças que continuam a pender sobre ela, mantém um programa de debate político.
Aos terroristas do Hezbollah que a aameaçam ela responde:
"Quer queiram quer não, fizeram de mim um símbolo quando me queriam calar. Com próteses numa mão e na perna, só posso continuar a SER um símbolo da revolução do Cedro, ao quererem matar-me , transformaram-me em símbolo.
Tornei-me prisioneira no próprio corpo. Com próteses artificiais. Não pensem que vou ficar presa entre quatro paredes. Se o preço da liberdade de expressão quer dizer que têm de me matar de novo, podem ficar com a segunda metade."
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Sexta-feira, Junho 13, 2008
Enviado às
17:30
por Maria João Carvalho
Durão Barroso acaba de dizer que a Europa não tem Plano B para executar depois deste veto da Irlanda ao Tratado de Lisboa!
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Enviado às
17:15
por Maria João Carvalho
O Afeganistão obteve da comunidade internacional, reunida em Paris, a promessa de que terá 21,4 mil milhões de dólares a título de ajuda à reconstrução e desenvolvimento durante conferência de doadores, integrada por 80 delegações internacionais. Karzai pedia mais de 50 mil milhões. O dinheiro concedido dificilmente chegará a quem necessita dele fora de Cabul.
Sete anos depois da queda dos talibans, o Afeganistão é terra de contrastes. Cabul, a capital, é acessível e por isso lá chegam todas as agências de distribuição de ajuda humanitária e todos os investimentos. É tudo muito desproporcionado em relação ao resto do país. Apesar dos luxuosos centros comerciais, as aparências enganam.
Os campos de refugiados na periferia abrigam milhares de pessoas vindas das zonas rurais, sem água nem electricidade. No entanto, desde 2001 que todos os actores no terreno sublinham que a situação melhorou.
Foram escolarizadas um milhão de crianças, 35 por cento das quais são raparigas; 82 por cento dos afegãos têm acesso aos serviços de saúde; e foram construidos 12 mil km de estrada; 5 milhões de refugiados regressaram ao país.
O reverso desta imagem é um insucesso total: apenas 50 por cento das crianças vão à escola; 70 a 80 por cento dos casamentos são forçados e a esperança de vida não ultrapassa os 43 anos de idade.
A economia depende da produção de ópio.
A província de Ghazni é um exemplo de abandono total. 70 por cento da ajuda internacional não passa pelo governo a pretexto da corrupção, e acaba por ter estes efeitos perversos...
Por isso, está a ser posta em causa a eficácia da ajuda ao Afeganistão e a coordenação num terreno que condiciona a capacidade dos intervenientes internacionais para ganhar a confiança da população, cada vez mais desconfiada sobre os objectivos dos estrangeiros.
Em primeiro lugar, dos 25 mil milhões prometidos em 2001, só foram gastos 15. E por cada 100 dólares dispensados, apenas 30 chegaram aos afegãos. É que 15 a 30 por cento da ajuda é gasta na segurança das agências humanitárias. Por sua vez, estas agências consomem 85 por cento dos produtos, além dos salários para os estrangeiros que são incomparáveis aos dos afegãos.
Estão em missão no Afeganistão 70 mil soldados estrangeiros. Até agora, o custo desta presença (exceptuando os custos logísticos das Forças Armadas de cada país) foi deduzido do orçamento da ajuda humanitária
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Quarta-feira, Junho 11, 2008
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17:49
por Maria João Carvalho
p/ a EuroNews... pure.
Marina Petrella, foi julgada à revelia e condenada, em 1992, a cumprir uma pena de prisão perpétua. A justiça italiana considerou que a activista das Brigadas Vermelhas era culpada do assassínio de um comissário da polícia, em 1981, e de sequestro um juiz.
Marina foi presa em Dezembro de 1982, teve uma filha na prisão, no ano seguinte e aproveitou uma saída precária, em 86, para fugir para França. Tal como outros "brigadistas" procurados pela justiça italiana, beneficiou da Doutrina Miterrand.
Em 1985, o presidente francês comprometeu-se verbalmente a não extraditar os terroristas que tivessem "rompido com o passado".
Assim, os terroristas viveram uma segunda vida em França, alguns mais discretamente do que outros. Cesare Battisti foi um dos que ficaram famosos por ter escrito uns romances policiais. Só foram incomodados em 2002, quando o governo italiano acusou Paris de proteger terroristas. Os pedidos de extradição dos que cometeram crimes de sangue, como Battisti, foram feitos imediatamente.
Na altura, Battisti afirmou ser difícil, 25 anos depois, "meter-se na pele do procurado que arrisca a perpetuidade e a detenção de um dia para o outro, não era possível..."
Alberto Torreggiani ficou paraplégico no atentado das Brigadas Vermelhas que matou o pai, em 1979. Também escreveu um livro sobre o caso. Considera que paga por toda a vida, sendo obrigado a viver numa cadeira de rodas por causa do atentado. Se ele tem prisão perpétua o assassino também deve ter. São os factos que o condenam.
Em Março de 2007, Battisto foi detido em Copacabana quando bebia uma água de coco. Tinha fugido para não ser extraditado. E as autoridades brasileiras consideram que os quatro crimes de assassínio que ele cometeu são de delito comum e não político porque a Itália vivia em plena normalidade democrática. O pedido de extradição foi feito por Romano Prodi, quando era primeiro-ministro.
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Terça-feira, Junho 10, 2008
Enviado às
16:58
por Maria João Carvalho
É dia feriado, do nosso maior Poeta, mas a crise económica atinge proporções alarmantes. Os camionistas, que têm todas as razões para protestarem e mais algumas, acabam de viver um drama impensável: a morte de um dos seus por um irresponsável, inconsciente e amoral fura-greves.
O camionista português em greve que morreu atropelado estava num piquete de bloqueio, em Alcanena, ao principio da tarde.
De acordo com o líder do movimento naquela zona, a vítima é um homem de 52 anos de idade. Manuel Agostinho testemunhou que o atropelamento foi intencional, o camião circulava a mais de 50 km/hora e pretendia furar o bloqueio. Assegura ainda que o condutor viu o que fez.
A GNR deteve o suspeito momentos depois.
Os líderes do movimento de camionistas estão revoltados e garantem que agora a contestação será ainda mais forte.
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Segunda-feira, Junho 09, 2008
Enviado às
20:07
por Maria João Carvalho
D. Duarte espera, calmamente, o desenrolar do processo
O registo civil está a investigar a certidão de nascimento de D. Duarte Pio de Bragança, após de ter sido accionado um processo de impugnação da sua nacionalidade, mas D. Duarte assegura que é cidadão português tendo já entregue a documentação requerida pela Conservatória.
A acção foi interposta por um colaborador de Rosário Poidimani, italiano que se intitula herdeiro da Casa de Bragança, noticia o Sol.
Poidimani já esteve preso e está actualmente a ser julgado em Itália por crimes de burla, associação criminosa e falsificação de documentos.
Um porta-voz de D. Duarte confirmou a existência do processo, lamentando a demora da sua resolução, tendo afirmado que esta "é uma situação sem pés nem cabeça".
"Essa questão da nacionalidade não se coloca. D. Duarte é português e era desejável que tudo fosse rapidamente esclarecido pelas autoridades competentes", acrescentou.
Segundo aquele porta-voz, D. Duarte Pio já enviou para a Conservatória a sua contestação à tentativa de anulação da nacionalidade, cujo prazo terminou esta semana.
Em causa está um processo de justificação administrativa, colocado em nome de José Travassos Valdez, colaborador de Poidimani, que alega falsificação de documentos por parte do pai de D. Duarte (Duarte Nuno de Bragança) à data do registo de nascimento do filho, a 29 de Julho de 1947.
jsc, Sábado 7, às 10:23
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Quinta-feira, Junho 05, 2008
Enviado às
19:13
por Maria João Carvalho
PROGRAMAÇÃO do casino da Figueira da Foz em JUNHO DE 2008 (quem é amiguinha, quem é?)
Dias 1 Nacional - Dom Quixote – “A Grande Travessia” de Ana Zanatti, Terceiro Livro da Trilogia “O Povo-Luz e os Homens-Sombra” , no Quadro do DIA MUNDIAL DA CRIANÇA, com a participação de PEDRO LEITÃO (apresentador do Zig-Zag, Magazine Infantil diário da RTP2 às 19:45 horas), contador de histórias (Maria José Carvalho) e música por João Conde
LANÇAMENTO 6 “Já não se escrevem cartas de amor” de Mário Zambujal, Editora “Esfera dos Livros”
DE 12 “Para Além do Portão” de Major Nuno Andrade, Editora “Guerra e Paz”
LIVROS 18 Livro dos 10 Anos do Colégio de Quiaios “10 Anos ao Serviço da Educação”
20 “O CACTO E A ROSA” – Sextante Editora – Ficção – António Bagão Félix
27 “Legumes sem Desculpas – Receitas Deliciosas para uma alimentação equilibrada” de Fernando Póvoas e Henrique Sá Pessoa da “Esfera dos Livros”
TERTÚLIA 17 “NOVOS PROBLEMAS ESTRATÉGICOS PARA AS AUTARQUIAS NA SEGUNDA DÉCADA DO SÉCULO XXI”
Drª Isabel Damasceno – Presidente da C.M. de Leiria (PSD)
Drª Maria da Luz Rosinha – Presidente da C.M. de Vila Franca de Xira (PS)
Drª Maria Gabriela Tsukamoto – Presidente da C.M. de Nisa (CDU)
Moderador: Director do “Jornal de Notícias” – Dr. José Leite Pereira
Re…Acontece 19 5ª Edição com Carlos Pinto Coelho
REDE DE ESCOLAS 2 Prof.Dr. Carlos José Fialho da Costa Faro, Presidente do BIOCANT sobre o tema “O UNIVERSO BIOCANT”
EXPOSIÇÕES 16 “Emoção de Cores” de Leonor & Fátima
SÁBADOS 7 Trio George Esteves
NO 14 In - Sensus
RESTAURANTE 21 Clã Trio
BAR 28 Anna Carolina
DOIS DIAS COM 2 e 3 Luís Portugal
9 e 10 Pedro Miguéis… canta Beatles
Segundas 16 e 17 Bárbara Lagido
e 23 e 24 Teresa Gabriel
Terças 30 e 1 do 7 Liliana Silva
3 Centro Social de Tavarede – Sarau Cultural
5 Gala da revista Invest
6 Gala das Escolíadas 2008
7 Baile de Gala da Cruz Vermelha
10 Gala do 30º Aniversário de LUPABIOLÒGICA
14 II Gala da Liga Portuguesa de Andebol
15 Feira Medieval promovida pelo Colégio de Quiaios nos Jardins do Palácio Sotto Maior
18 Sarau de Encerramento do Ano Lectivo do Colégio de Quiaios e Lançamento da Obra “10 Anos ao Serviço da Educação”
19 Seminário sobre Desmaterialização de Actos e Processos na Justiça
20 Gala dos 30 Anos do CES (Centro de Estudos Económicos e Sociais da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra) do Prof.Dr. Boaventura de Sousa Santos – António Pinho Vargas
21 Confraria da Água e Cooperativa “ÁRVORE”
27 Espectáculo Especial “Mano a Mano “ com Francisca, Gonçalo e Mico da Câmara Pereira
27 Actuação do Show “Hot Leggs” nas 24 Horas do Centro Comercial DOLCE VITA de Coimbra
27 Instituto Português de Sangue Recolha de Sangue 09 às 20 horas
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Quarta-feira, Junho 04, 2008
Terça-feira, Junho 03, 2008
Enviado às
16:50
por Maria João Carvalho
Não resisto a postar três intervenções de camaradas de trabalho na intranet aqui da redacção. É de partir o coco a rir.
Mais uma piada do governo português. A diplomacia portuguesa vai passar a usar endereços electrónicos em inglês. A seguir ao nome, os diplomatas vão ter "@foreignministry.pt". Que estilo!
Edité par Michel Dos Santos (28/05/2008 11:32)
Ricardo Figueira orraite!
#328/05/2008
Joao Monteiro: Uáte a uandêrfale aidía! Dei áre véri véri antelidgente. Laique dize dére ar nou móre próblemes conçarning de ortográfique xite! Ai lave iu ól. Quices.
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Segunda-feira, Junho 02, 2008
Enviado às
14:20
por Maria João Carvalho
O Primeiro-ministro José Sócrates num momento de alucinação dirigindo-se a Francisco Louçã disse: ' Você não tem idade nem curriculum ...'.
> Uma boa piada, diz o jornalista do Portugal Diário! O CV de Louçã está na Net:
Actividade política:
*Louçã, nasceu em 12 de Novembro de 1956. Participou na luta contra a Ditadura e a Guerra no movimento estudantil dos anos setenta, foi preso em Dezembro de 1972 com apenas 16 anos e libertado de Caxias sob caução, aderindo à LCI/PSR em 1972 e em 1999 fundou o Bloco de Esquerda. Foi eleito deputado em 1999 e reeleito em 2002 e 2005. É membro das comissões de economia e finanças e antes comissão de
liberdades, direitos e garantias. Foi candidato presidencial em 2006.
Actividades académicas:
Frequentou a escola em Lisboa no Liceu Padre António Vieira (prémio Sagres para os melhores alunos do país), o Instituto Superior de Economia (prémio Banco de Portugal para o melhor aluno de economia),
onde ainda fez o mestrado (prémio JNICT para o melhor aluno) e onde concluiu o doutoramento em 1996.
Em 1999 fez as provas de agregação (aprovação por unanimidade) e em 2004 venceu o concurso para Professor Associado, ainda por unanimidade do júri. É professor no ISEG (Universidade Técnica de Lisboa), onde tem continuado a dar aulas e onde preside a um dos centros de investigação científica (Unidade de Estudos sobre a Complexidade na Economia).
Recebeu em 1999 o prémio da History of Economics Association para o melhor artigo publicado em revista científica internacional. É membro da American Association of Economists e de outras associações internacionais, tendo tido posições de direcção em algumas; membro do conselho editorial de revistas científicas em Inglaterra, Brasil e Portugal; 'referee' para algumas das principais revistas científicas internacionais (American Economic Review, Economic Journal, Journal of Economic Literature, Cambridge Journal of Economics, Metroeconomica, History of Political Economy, Journal of Evolutionary Economics,
etc.).
Foi professor visitante na Universidade de Utrecht e apresentou conferências nos EUA, Inglaterra, França, Itália, Grécia, Brasil, Venezuela, Noruega, Alemanha, Suíça, Polónia, Holanda, Dinamarca, Espanha. Publicou artigos em revistas internacionais de referência em economia e física teórica e é um dos economistas portugueses com mais livros e artigos publicados (traduções em inglês, francês, alemão, italiano, russo, turco, espanhol, japonês).
Em 2005, foi convidado pelo Banco Mundial para participar com quatro outros economistas, incluindo um Prémio Nobel, numa conferência científica em Pequim, foi desconvidado por pressão directa do governo
chinês alegando razões políticas.
Terminou em Agosto um livro sobre 'The Years of High Econometrics' que será publicado brevemente nos EUA e em Inglaterra.
> Obras publicadas:
> Ensaios políticos
> Ensaio para uma Revolução (1984, Edição CM)
> Herança Tricolor (1989, Edição Cotovia)
> A Maldição de Midas – A Cultura do Capitalismo Tardio (1994, Edição Cotovia)
> A Guerra Infinita, com Jorge Costa (Edições Afrontamento, 2003)
> A Globalização Armada – As Aventuras de George W. Bush na Babilónia,
> com Jorge Costa (Edições Afrontamento, 2004)
> Ensaio Geral – Passado e Futuro do 25 de Abril, co-editor com Fernando
> Rosas (Edições D. Quixote, 2004)
> Livros de Economia
> Turbulence in Economics (edição Edward Elgar, Inglaterra e EUA, 1997),
> traduzido como Turbulência na Economia (edição Afrontamento, 1997)
> The Foundations of Long Wave Theory, com Jan Reinjders, da
> Universidade de Utrecht (edição Elgar, 1999), dois volumes
> Perspectives on Complexity in Economics, editor, 1999 (Lisboa: UECE-ISEG)
> Is Economics an Evolutionary Science?, com Mark Perlman, Universidade
> de Pittsburgh (edição Elgar, 2000)
> Coisas da Mecânica Misteriosa (Afrontamento, 1999)
> Introdução à Macroeconomia, com João Ferreira do Amaral, G. Caetano,
> S. Santos, Mº C. Ferreira, E. Fontainha (Escolar Editora, 2002)
As Time Goes By, com Chris Freeman (2001 e 2002, Oxford University Press, Inglaterra e EUA); já traduzido para português (Ciclos e Crises no Capitalismo Global - Das revoluções industriais à revolução da
informação, edições Afrontamento, 2004) e chinês (Edições Universitárias de Pequim, 2005)
* Fonte Wikipédia
Sobre Sócrates, sabe-se que é engenheiro civil tirado na Universidade Independente, ainda sob suspeita de ilegalidades. Que assinava como Engenheiro quando era Engenheiro-Técnico. Que elaborou ou pelo menos assinou uns projectos de habitação caricatos. Que a sua actividade política se deu com o 25 de Abril na JSD/PSD e depois no PS como deputado e como governante. Do seu curriculum sabe-se ainda (embora ele o desconhecesse) que teve uma incursão fugaz como empresário-sócio de uma empresa de venda de combustíveis.
> Quanto a curricula estamos conversados!
>
> --------------------
>
> Quanto à idade devem ter diferença de meses...
>
> --------------------
>
> Comparar o currículo de Sócrates a Louça, é o mesmo que dizer que o
> vinho a martelo é superior a uma Cartuxa Reserva 2002 Tinto.
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Sexta-feira, Maio 30, 2008
Enviado às
19:10
por Maria João Carvalho
Mais de 100 países adoptaram formalmente o Tratado que proíbe o uso, fabrico e armazenamento de bombas de fragmentação.
Apesar da ausência dos principais produtores e utilizadores, como Estados Unidos, Rússia, China, Índia, Paquistão e Israel, o chefe da diplomacia irlandesa, Micheal Martin, afirma que conseguiram "estigmatizar o uso de bombas de fragmentação e isso terá um efeito dominó nos próximos anos, mesmo em países que não estiveram presentes. No que diz respeito às práticas e uso de munições deste tipo, vai acontecer o mesmo que se passou com as minas anti-pessoais no passado".
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Quinta-feira, Maio 22, 2008
Enviado às
14:04
por Maria João Carvalho
Encontrei est post lindo no Esquissos da Dulce Dias - madrinha deste blog. E(ela mesma o diz) como post achado não é roubado, aqui vai ele:
Lenda Judaica
Deus convidou um rabino para conhecer o céu e o inferno.
Ao abrirem a porta do inferno, viram uma sala em cujo centro havia um caldeirão onde se cozinhava uma suculenta sopa.
Em volta dela, estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas.
Cada uma delas segurava uma colher de cabo tão comprido que lhe permitia alcançar o caldeirão, mas não suas próprias bocas.
O sofrimento era imenso.
Em seguida, Deus levou o rabino para conhecer o céu. Entraram em uma sala idêntica à primeira, havia o mesmo caldeirão, as pessoas em volta, as colheres de cabo comprido.
A diferença é que todos estavam saciados.
- Eu não compreendo - disse o rabino -, por que aqui as pessoas estão felizes, enquanto na outra sala morrem de aflição, se é tudo igual?
Deus sorriu e respondeu:
- Você não percebeu? É porque aqui eles aprenderam a dar comida uns aos outros...
Se a lenda é judaica ou não, não sei. Mas recebi por email e resolvi partilhar convosco, pela beleza da mensagem.
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