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23:26
por Maria João Carvalho
Keiko Amakasu, gentilíssima mulher do meu irmão, mãe da minha afilhada Yumiko Maria - a nossa querida Amendoinha, e professora na Universidade de Nagoya, festeja duplamente o aniversário de nascimento e a vinda ao mundo da sua bebé.
Parabéns, bela Keiko! Mil vezes agradecida por tantas e belas prendas de vida.
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20:22
por Maria João Carvalho
Pedro Miguel Amakasu Raposo de Medeiros Carvalho, o figueirense (meu irmão mais novo, gémeo da Patrícia) e professor universitário, que está a fazer o segundo doutoramento de Economia no Japão (primeiro em Okayama, e agora em Nagoya, casado com Keiko Amakasu, participa o nascimento da filha, Yumiko Maria, como um verdadeiro fã de Fórmula Um!
9 de Julho de 2008:
A Yumiko Maria, como se pode ver, tem o nome híbrido e é amiga do ambiente e da natureza. O motor é produto de uma join-love entre Portugal e o Japão. A cilindrada é de 2.950 gramas, para não gastar muito. O comprimento é compacto: 50 cm.
A corrida decorreu em mais de 15 horas, mas no fim, bastaram duas horas para ultrapassar os últimos obstáculos e cortar a meta. A pista estava seca e portanto não foi preciso usar outro tipo de pneus pelo que a corrida (parto) foi normal.
Eu, infelizmente não pude assistir ao parto pois tive de ver a telemetria para verificar se estava tudo bem; e estava.
A corrida começou às 4 horas da tarde de dia 8 de Julho e terminou já no dia 9 às 6:08 da manhã. Eu estive a dar assistência desde as 4 horas da tarde de dia 8 até às 9 horas da manhã de dia 9 e, claro, quando terminou estava exausto... mais do que a Mamã. Mas o Prémio, esse foi o melhor de todos: uma vida veio ao Mundo.
A Yumiko e a Keiko cortaram a meta como grandes vencedoras e lá em cima, não muito longe, na Bancada VIP, estava a Nossa Senhora a olhar para a nossa Yumiko MARIA.
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15:59
por Maria João Carvalho
Escândalo na Justiça Portuguesa: um padrasto provoca surdez, cegueira e tretraplegia no enteado de dois anos e é condenado a uma pena de prisão de sete; a mãe tem direito a pena suspensa.
E a advogada da energúmena ainda teve a lata de afirmar que a cliente devia ter sido absolvida e que não sabia se ia recorrer...
O escândalo é tanto maior quanto continuada foi a tortura do bebé, que sofria violências diárias e chorava. Quando os vizinhos questionavam a razão de tanto choro a mãe alegava que o bebé era "chorão".
Acho que o Procurador da República deve ser responsabilizado pelo estado da Justiça em Portugal. Mas quem sou eu? Uma cidadã qualquer chocada com o estado da nação... apenas uma ENTRE MILHÕES, senhores governantes. Os portugueses começam a estar fartos de tanta amoralidade!
Em Espanha, um caso idêntico, o caso Aron, mas a criança, também de dois anos, acabou por morrer à fome:a mãe, como tinha a atenuante de sofrer de graves problemas psiquiátricos "só" foi condenada a 17 anos de prisão efectiva; o pai foi condenado a 21 anos.
Os nossos legisladores e magistrados deviam fazer uns estágios no país vizinho...
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