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Terça-feira, Setembro 30, 2008
Enviado às
18:49
por Maria João Carvalho
O querido amigo e jornalista José Santolaya, Pepe, enviou estas fotos e legendas:
El actual Presidente Internacional del "ACNUR", Alto comisionado de las Naciones Unidas para Refugiados
D. Antonio Guterres, D. José Miguel Santolaya Silva y D. Manuel Frexes, Alcalde de la ciudad de Fundâo, el día de la inauguración del Museo que lleva el nombre del primero.
Foto 2.-
El Presidente del "ACNUR" Alto Comisionado de las Naciones Unidas para Refugiados D. Antonio Guterres. el alcalde de la ciudad de Fundâo D. Manuel Frexes, el Presidente de la Junta de Freguesia de Povoa de Atalaia D. Antonio Rodrigues, D. José Santolaya y la Sra. de Guterres, madre del ex Primer Ministro
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Segunda-feira, Setembro 29, 2008
Enviado às
17:28
por Maria João Carvalho
Entenda a Crise do Subprime...por um anónimo inteligente que colocou na net.
Para quem não entendeu ou não sabe bem o que é ou gerou a crise americana,
segue breve relato económico para leigo entender... rsrsrsrs.
É assim:
O Ti Jaquim tem uma tasca, na Vila Carrapato, e decide que vai vender copos
'fiados'aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados.
Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da
dose do tintol e da branquinha (a diferença é o sobre preço que os pinguços
pagam pelo crédito).
O gerente do banco do Ti Jaquim, um ousado administrador formado em curso
muito reconhecido, decide que o livrinho das dívidas da tasca constitui,
afinal, um activo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao
estabelecimento, tendo o 'fiado' dos pinguços como garantia.
Uns seis zécutivos de bancos (que recebem chorudíssimos ordenados como
prémio pelas decisões milagreiras que saiem daquelas cabacinhas, sim
cabacinhas), mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do
banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro
acrónimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer.
Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capitais e
conduzem a operações estruturadas de derivativos, na BM&F, cujo lastro
inicial todo mundo desconhece (os tais livrinhos das dívidas do Ti Jaquim).
Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com
fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.
Até que alguém descobre que os bêbados da Vila Carrapato não têm dinheiro
para pagar as contas, e a tasca do Ti Jaquim vai à falência. E toda a
cadeia vai para a p... que a pariu....
Viu... é muito simples...!!!
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Sexta-feira, Setembro 05, 2008
Enviado às
17:31
por Maria João Carvalho
O Museu saiu à rua. A exposição “Sentidos de Estado” no palácio Sotto Maior, na Figueira da Foz, mostra o valioso património histórico e cultural associado à Presidência da República e à residência oficial do Presidente.
São cerca de 200 peças em oiro, prata e materiais semipreciosos, porcelanas, pinturas e esculturas.
O presépio de Belém em madrepérola, que Yasser Arafat ofereceu ao presidente Jorge Sampaio, numa visita-relâmpago a Lisboa, no Ano do Jubileu, é uma das peças expostas.
Mas nesta colecção única, patente até ao dia 5 de Outubro, pode admirar-se ainda o retrato do Marechal Gomes da Costa e de outros presidentes, a caixa de oiro que Tito da Jugoslávia ofereceu a Ramalho Eanes ou a deusa chinesa em marfim oferecida quando Mário Soares foi presidente.
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Quarta-feira, Setembro 03, 2008
Enviado às
15:37
por Maria João Carvalho
Afirmações de Medvedev quanto às repúblicas russas do Cáucaso dão frutos:
mais um jornalista assassinado no Cáucaso.
O repórter Abdoula Alichaiev da república russa do Daguestão foi agredido durante a noite e sucumbiu aos ferimentos.
É o segundo jornalista assassinado nos últimos três dias, depois de Magomed Yevloyev ter morrido na prisão em Ingushetia no Domingo.
Esta terça-feira, milhares de pessoas manifestaram-se, em Nazranm, a capital desta república russa, contra o que dizem ser mais um "assassinio" orquestrado pelo Kremlin.
O jornalista era autor de um sítio na Internet que tinha recebido ordem de encerramento por parte da justiça russa em Junho.
Magomed Yevloyev era conhecido plos frequentes confrontos de opinião com o líder local da oposição, apoiante do Kremlin.
Além destes dois casos, em Março, foi assassinado o director da Televisão Pública do Daguestão.
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Terça-feira, Setembro 02, 2008
Enviado às
22:01
por Maria João Carvalho
Verão quente e Guerra Fria? Isto é para ler bem. Foi exclusivo da euronews, com embargo até às 21 horas. Agora é para divulgar. Autor: Pyotr Fyodorov.
"É triste mas não é fatal"... afirma Medvedev em relação à falta de unanimidade dos europeus em relação à Geórgia. O presidente da Federação russa avisa, no entanto, a comunidade internacional que não vai tolerar sentimentos separatistas nas repúblicas russas do Cáucaso - Daguestão russo ou Ingushétia. Entrevista exclusiva à Euronews.
euronews - Como interpreta os resultados da Cimeira da União Europeia sobre as relações bilaterais com a Rússia?
Dmitri Medvedev - Apreciei cuidadosamente a evolução dos acontecimentos . Não escondo que tive conversações com alguns colegas (interlocutores).
E considero que esta é uma medida com duas interpretações. Na primeira, infelizmente, a União Europeia não compreendeu inteiramente os motivos da Federação Russa, que foram apenas um reflexo da agressão da Geórgia à Ossétia do Sul e da Abkásia, como entidades de direito internacional. É uma tristeza mas não é fatal porque, neste mundo, tudo muda.
A segunda interpretação, na minha opinião, é muito mais positiva: é que, apesar da separação destas nações, na União Europeia, prevalece um ponto de vista razoável e realista. Alguns Estados exigiam sanções penais míticas. Isso não aconteceu e parece-me que foi melhor para a Europa, em particular para a União Europeia.
euronews - Está instalada a ideia de que a Rússia, depois do reconhecimento da independência da Ossétia do Sul e da Abkásia ficou internacionalemtne isolada. Concorda?
DM - Não há isolamento, e a Rússia considera ser impossível que tal aconteça. É um outro assunto que, depois dos relevantes actos de reconhecimento, todos precisemos de pensar, nos próximos anos, sobre as estruturas de segurança existentes neste mundo complexo.
Para mim é claro que que os eventos que tiveram início depois da agressão da Geórgia, no dia 8 de Agosto, deram nova importância ao assunto. As instituições de segurança existentes até agora provaram ser ineficazes.
euronews - Ainda há conversações sobre possíveis sanções, como a exclusão do G8, ou a recusa da adesão à Organização Internacional do Comércio. No caso de essas medidas serem tomadas, como é que a Rússia vai reagir? E outra coisa que preocupa os europeus: o Verão Quente no Cáucaso não se vai transformar em Guerra Fria na Europa?
DM - O assunto das sanções é sempre muito complicado, porque normalmente, as sanções são facas de dois gumes. E a Europa, com a posição que tomou, mostra que está consciente disso.
Por outro lado, as instituições de segurança internacional como o G8... bem, o G8, sem a Rússia fica incapacitado.
Até o G8 já percebeu que, sem a representação de Estados como a China ou a Índia, com um formato diferente, muitas das decisões do grupo dos oito não são válidas, e ficam a lidar sozinhos com essas decisões sem a participação da Rússia.
De qualquer modo, o G8 não pode existir sem a Rússia. E se insistir em continuar, não vai beneficiar a ordem mundial pois é no mundo de hoje que se tem de enquadrar.
A Organização Mundial de Comércio é um assunto económico diferente. Logicamente, queremos ser membros da OMC. Mas não a qualquer preço. E vamos continuar as negociações durante muito tempo. Infelizmente não têm tido sucesso. O que pedíamos era simples. Se não aprovassem depressa, então também tinham de deixar de nos obrigar a respeitar os acordos que nos impunham obrigações adicionais no âmbito da OMC.
Essas decisões são para ser enquadradas no seio da OMC.
A presença da Rússia na OMC não é apenas um objectivo para a federação russa mas também para outras economias. O tempo dirá como vão evoluir os acontecimentos.
Há outras áreas de influência. E eu não penso que "a guerra fria" seja uma delas porque ninguém está interessado nisso.
euronews - Estava a referir-me ao abastecimento de hidrocarbonetos à Europa.
DM - Sim, compreendo a referência. Claro que vamos cumprir as obrigações assumidas pela Rússia como maior abastecedor de hidrocarbonetos à Europa.
euronews - Os analistas acreditam que a crise no Cáucaso constitui o virar da página na história da Rússia pós-soviética e o ponto de partida para um novo mundo, e, mesmo o senhor, já abordou a questão.
Como é que a Rússia constroi as relações com os vizinhos, nomeadamente com a Ucrânia, e o mundo exterior?
DM - Baseamos a construção das nossas relações em critérios comuns.
Tem razão e eu já disse que os acontecimentos de Agosto mostraram a imperfeição das infraestruturas internacionais de segurança.
Necessitamos de criar outros com base na realidade actual.
Recentemente, divulguei cinco princípios para implementação da política externa russa. Gostaria de os salientar:
1° - A Rússia vai cumprir as regras do direito internacional no que respeita às relações entre nações civilizadas.
2° - A Rússia compreende a necessidade de um mundo multilateral e acredita que a predominância de uma potência é inaceitável, seja qual for.
3° - Estamos naturalmente interessados em desenvolver relações abertas e amigáveis com todas as nações - europeias, asiáticas, norte-americanas, africanas - todas as nações do planeta. E as relações serão tão profundas quando os parceiros queiram.
4° - Acredito que é nossa prioridade absoluta proteger as vidas e a dignidade dos cidadãos russos, estejam onde estiverem. Essa é também uma das prioridades da política externa russa.
5° e último princípio: Acredito que a Rússia, como qualquer outro Estado - vai privilegiar as regiões nas quais tem especial interesse. E os Estados que estão localizados nessas regiões. Vamos estabelecer relações fortes, especiais e longas.
euronews - Corre-se o perigo de que o reconhecimento da Ossétia do Sul e da Abkásia origine sentimentos separatistas noutros parceiros do Cáucaso - - por exemplo, no Daguestão da Rússia e na Ingushétia?
DM - Não vejo qualquer perigo, excepto se esses assuntos tiverem alguma relação com o estrangeiro, que invente cenários para o desmembramento da Rússia.
euronews - Quais as principais lições que tirou da mais recente crise entre os Estados Unidos e a Rússia?
DM - Não acho que se possa falar de uma crise profunda como no tempo da União Soviética, mas é verdade que há tensão. E isso é consequência das políticas insensíveis que os Estados Unidos aplicaram na Geórgia.
Num determinado momento, deram a impressão ao líder georgiano de que podia agir impunemente. Como se lhe tivessem dado um cheque em branco para agir como quisesse... o desenvolvimento da situação deixou isso claro.
Agora, nos Estados Unidos há uma certa mágoa por causa do fracasso desse projecto virtual de uma "Geórgia livre."
O líder está desacreditado, o regime está perto de uma crise, a situação está tensa. Quanto mais cedo os parceiros americanos resolverem os problemas melhor será para as relações bilaterais.
Estamos preparados para as relançar do melhor modo possível, para manter relações de alto nível com os Estados Unidos da América.
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Enviado às
15:11
por Maria João Carvalho
Lógica da batata ou pensamento do ano:
Medalha de Ouro para Medvedev - sobre a UE/Geórgia - "É triste mas não é fatal".
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Segunda-feira, Setembro 01, 2008
Enviado às
19:20
por Maria João Carvalho
Início da Convenção Republicana em St Paul, no Minnesota foi marcado pela visita de cerca de 100 veteranos de guerra que, actualmente, estão contra a presença norte-americana no Iraque. Pretendem encontrar-se com McCain para lhe propôr a criação de alguns serviços para os veteranos d eguerra, nomeadamente os que sofrem de stress pós-traumático.
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